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"... O sonho pelo qual brigo, exige que eu invente em mim a coragem de lutar ao lado da coragem de amar..." Paulo Freire Educador pernambucano
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O PT, LULA/Dilma e seus “ Mal Amados”.




O Crescimento de Dilma nas pesquisas e a chance real dela ganhar ainda no Primeiro Turno às eleições presidenciais do próximo ano têm aumentado a frustração, o desespero e o ódio de Pseudomoralistas de plantão, travestidos de críticos inconformados com “os desvios éticos do PT”. 



imagem do: cascavilha.com.br
Alguns destes “paladinos da moral e dos bons costumes” se especializaram em fazer uma coisa na Vida: Passar o dia inteiro colhendo notícias negativas contra o PT, Lula e Dilma pra depois colocar nas redes sociais, a exemplo do que acontece com o Facebook. Suas posições são extremadas: Nunca reconhecem nada de bom ou positivo nos governos Lula/Dilma, seja no plano nacional ou internacional. Para eles, o PT transformou a nação em caos, desgraça e corrupção. 

imagem do: guaracigabrielartesvisuais.blogspot.com


Dão a entender que antes na ERA FHC, o Brasil era o Jardim das Delícias: um país ético, gracioso, de gente pura e donzela, sem risco de instabilidade. Os pseudomoralistas defensores da ética e dos bons costumes aos quais me refiro, não são os partidos e políticos da direita que fazem oposição ao governo de Dilma, nem a imprensa conservadora, muito menos o PSOL e diversos intelectuais de esquerda. Refiro-me a espécie conservadora e reacionária que existe em toda a sociedade. Trata-se daquela gente que em nome da “moralidade pública” votou em Jânio Quadros para presidente, pra dar no que deu. Depois apoiou o movimento reacionário “Deus, família, Pátria e Propriedade” que conspirou contra a estabilidade do governo democrático de João Goulart até chegar à Ditadura Militar, que implantou o terrorismo de estado no país. É também a mesma que dizia que tinha medo de Lula na presidência, pois o Brasil ficaria um caos. Lembram-se da atriz Regina Duarte e do seu debochado medo? Essa gente possui uma predisposição a apoiar fascistas e ditadores. Na América Latina, entre as décadas de 1960 e 1980, eles formaram a claque de vários ditadores. Quem são eles? Certamente não é a maioria, isto é, os que ascenderam socialmente e que podem agora ter uma vida minimamente digna. São eles uma fatia expressiva da classe média, de várias categorias profissionais, grupos étnicos e religiosos.

imagem do google


Sua defesa dos bons princípios na política é frágil porque cheia de contradições e ambiguidades. São pretensamente éticos apenas quando se trata de apontar os erros do PT, mas não são puritanos quando a questão envolve certos governos estaduais ou municipais, a exemplo de alguns prefeitos do agreste pernambucano. Somente criticam o que lhe convém, aquilo que Narciso acha feio. Conseguem enxergar um cisco no olho daqueles a quem tanto criticam, mas não veem a trave que está nos seus próprios olhos. Oh! Gente hipócrita! já fostes chamada de sepulcro caiado, mas não aprendestes a lição. Vives para expelir teu hálito de enxofre, cuja composição contém altas doses de hipocrisia, preconceito e má fé para com o povo que dizes tanto se preocupar e defender. Teu preconceito social e teu anti-petismo visceral somente contribuirá para aumentar tua impotência sexual e depressão. O que IN- Felizmente é PÉSSIMO pra ti e ÓTIMO para os teus analistas e terapeutas, QUE ASSIM Vão GANHAR muito DINHEIRO COM AS TUAS DORES.. 

Sugestão de um caro amigo: Continue criticando o PT, mas não deixe isso se transformar em doença. KKKKKKkkkkk 

imagem do google

P.S. Meus caros amigos não considerem esta reflexão uma “adilsoniana”. As adilsonianas são feitas pra adocicar a vida. kkkkkkkkkkkk





Adilson Filho
Doutor em Sociologia
Leciona da UEPB e FAFICA
autor do livro:
A cidade atravessada, velhos e novos cenários na política belojardinense.

sábado, 19 de outubro de 2013

Fala aê Profº Adilson!

Reflexões Adilsonianas N° 24

Sobre os 100 Anos de Vinícius de Moraes e o Outro Vinícius.






Num dia ensolarado, mais precisamente em 26 de novembro de 1993, nascia Marcus Vinícius de Lemos Filho: meu filho mais velho e “especial”. Ao escolher esse nome, tão singelo e bonito, eu desejava homenagear o poetinha Marcus Vinícius de Moraes pelos seus 80 anos. Vinícius, o meu filho, não virou um poeta, não escreveu sobre o amor, sequer pôde amar tantas mulheres como o outro Vinícius. A vida lhe segredou outros mistérios, outras veredas. Sua poesia é muita complexa para nossa vã filosofia. Trata-se de uma poesia diferente, pois não se escreve com linguagem alfabética. Ela é feita da gramática dos gestos, afetos e desejos – os quais muitas vezes simplesmente não compreendemos. 



Vinicius, o meu poetinha, me desafia todos os dias a aprender a ler poemas e acordes mais complexos e dissonantes, extravagantes, tanto quanto foi a poesia concreta dos irmãos Campos. Sua concretude se define no ab-“surdo” dos gestos e nos “Cem Sentidos” que o seu Ser expressa, Seu corpo é poesia porque feito de linguagens. Linguagem no plural e por isso é rico, complexo, imprevisível, in-dizível. Tentar definir esse meu poetinha é o mesmo que tentar aprisiona-lo a um conceito inflexível, a uma verdade elaborada por uma dada ciência. Mas a ciência nada sabe sobre poesia e mistério. Como diz Rubem Alves, a ciência só pesca os peixes que se encaixam nas redes dos seus conceitos. Essas redes não servem pra pescar peixes ambivalentes e que habitam nas águas turvas e profundas do oceano da (in)consciência humana.




Por essa razão, creio que sua poesia é feita para nos impactar, “tirar” do sério, colocar-nos na “terceira margem do rio”. A sua poética como a do outro Vinícius é feita para “ser eterna enquanto dura”, “posto que é chama”. Uma duração feita de filigranas de gestos, ruídos e palavras ine(narráveis), mas que se eternizam em nossos corpos e mentes. Conviver com a sua poesia de-li-ran-te e di-la-ce-ran-te, mas ra-di-cal-men-te a- mo – ro – sa é uma experiência ímpar e singular que precisamos (eu principalmente) apreender e vive-la a cada dia. Tomá-la pra mim da maneira mais para-doxal possível, pois somente assim, talvez, seja possível compreender “as encruzilhadas do labirinto”. Parabéns aos dois Vinícius, que nos interpelam a amar a vida enquanto ela está aí, fervente.






Adilson Filho
Mestre em História e Doutor em Sociologia
Leciona na UEPB e FAFICA
Líder do Grupo de Pesquisa: Culturas Políticasc e Poder Local - CNPq,
Autor do livro: A Cidade Atravessada, velhos e novos cenários da política belojardinense.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Parabéns. Doutor!



O filho de D. Cica, acaba de conquistar mais um título, o de doutor, pela Universidade Federal da Paraíba.

De espírito inquieto, o Prof. Adilson, como gosta de ser tratado, se destaca na cidade e na região por sua capacidade profissional e intelectual. Sua vida é marcada pela inovação, consciência política e de classe, responsabilidade e determinação. Na vida acadêmica, têm dedicado seus estudos e pesquisas aos problemas que afligem a nossa cidade.


Na última sexta-feira (26/08), apresentou na UFPB, a sua tese de doutorado: Cidade e Jardinagem: Ambivalência sócio espacial, estigma e segregação na cidade de Belo Jardim. "O trabalho analisa a dificuldade de determinados indivíduos e grupos humanos para aceitar conviver com certas diferenças. O resultado da não assimilação do outro como igual ou estabelecido produz estigmas e segregação em diferentes bairros da cidade."





Muit@s amig@s foram assistir a apresentação do trabalho,dentre el@s, morador@s do "Beco de Eufrásio", localidade onde foi realizada parte da pesquisa.





Prof. Adilson, é também autor do livro: A Cidade Atravessada - novos e velhos cenários na política belojardinense.






Parabéns, Dr. José Adilson Filho!

Que sua vida seja sempre assim, marcada por muitas vitórias!




quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Retrospctiva...


O prof.Ms. Adilson Filho, lança no mercado o livro que tod@ beljardinense deveria ler: A Cidade Atravessada - Uma leitura indispensável para os que gostam de política e principalmente para os que gostam da cidade, pois somos todos/as atravessados/as por ela e pela sua história.(Prof.Elisângela Coêlho)


De Belo Jardim para a Terra da Garoa - Sampa

A atriz (Arte Educadora), Ana Flávia, formada pela UFPE - Artes Cênicas - estreou com sucesso o show Arte Eletrônica, em parceria com Ricardo Brazileiro - em Maio/Belo Jardim, daqui, partiram para São Paulo/São Carlos onde fizeram várias apresentações.



As crianças de Belo Jardim deram um show à parte. Foram destaque em tudo quanto é área: Música, desing de moda, empreendedorismo jovem... A Orfeão de Cordas Nivaldo Jatobá fez apresentações dentro e fora de Pernambuco. A estilista Quitéria Andreza, o músico Carlos Eduardo e a talentosa Robervânia Albuquerque ganharam os espaços da telinha. Por onde passaram arrancaram aplausos.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

SUGESTÃO PARA LEITURA!

Comentários da Prof.Elisângela Coêlho

Vejo o livro A CIDADE ATRAVESSADA
Como um trabalho
PIONEIRO - na sua discussão historiográfica, ao questionar o uso dos conceitos "coronelismo" e "neocoronelismo" para explicar a hegemonia de famílias no governo municipal.
ESCLARECEDOR - ao desnudar as estratégias utilizadas pelos dois grupos de Cintra Galvão e José Mendonça para garantir a hegemonia e a polarização política entre ambos e impedir o sucesso de projetos políticos alternativos no município. "Mantendo a exclusividade da disputa entre eles".
CORAJOSO - ao analisar personagens ilustres da cidade, rompendo com a idéia de pairarem "acima da análise histórica", apontando suas contradições e ambiguidades.E ao lembrar que houveram os silenciados pela "história oficial".

Uma leitura indispensável para os que gostam de política e principalmente para os que gostam da cidade, pois somos todos/as atravessados/as por ela e pela sua história.

Parabéns Adilson!