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- "... O sonho pelo qual brigo, exige que eu invente em mim a coragem de lutar ao lado da coragem de amar..." Paulo Freire Educador pernambucano
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Políticas Públicas para as Mulheres!
quinta-feira, 7 de março de 2013
É hora de acionar o sensibilímetro!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Perdendo espaço...
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Além das flores!

Para Mulheres!
| R$ 400 mil para projetos em políticas públicas para as mulheres em PE |
| Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR em 07/03/2012 |
O governo do estado e a Secretaria Estadual da Mulher (SecMulher) anunciam nesta quinta-feira, dia oito de março, Dia Internacional da Mulher, o financiamento de projetos em políticas públicas para as mulheres nos municípios, no montante de R$ 400 mil. O 'presente' será dado durante café da manhã nos jardins do Palácio Campo das Princesas. Na ocasião, a secretária Cristina Buarque vai lançar oficialmente o 'Anuário ? Ano 06', que traz um balanço das ações da pasta em 2011, e anunciar novas políticas a serem implementadas em 2012. A programação conta ainda com a assinatura do credenciamento do serviço de mamografia para a VII Região de Saúde no SUS, contemplando as mulheres de Salgueiro, Belém do São Francisco, Cedro, MIrandiba, Serrita, Terra Nova e Verdejante. A deputada estadual Teresa Leitão também vai anunciar a reformulação da Lei Nº 12.72, que institui a notificação compulsória da violência doméstica em Pernambuco. A notificação será obrigatória em toda a rede pública e privada de saúde de Pernambuco. Já o secretário estadual de Saúde, Antonio Carlos Figueira vai anunciar ações, como um programa mais efetivo no enfrentamento ao câncer de colo uterino e de mama para mulheres de todo o estado. Prefeitas (os), deputadas (os), vereadoras (os), lideranças dos movimentos de mulheres representando idosas, profissionais do sexo, lésbicas, rurais, negras, índias, quilombolas, pescadoras, mandiocultoras e mulheres com deficiência participam do ato. Também foram convidados para a solenidade a diretora Nacional de Mulheres do PSB, Dora Pires; a deputada Federal Luciana Santos; a deputada e presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa (ALEPE), Mary Gouveia; a prefeita do município de Floresta, Rosângela de Moura Maniçoba Ferraz; a Conselheira Estadual dos Direitos da Mulher de Notório Saber, Edusa Cesar; e a vereadora de Petrolina, Maria Elena Alencar. |
quinta-feira, 1 de março de 2012
Prá não dizer que não falei das flores...
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| Imagem: http://emeceara2011.blogspot.com |
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| Imagem:Google |
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| Clara Zétkin e Rosa Luxemburgo (Imagem: Google) |
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Mais sobre os 80 anos do voto feminino!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
80 anos de voto feminino no Brasil!
Hoje, 24 de fevereiro, faz 80 anos que as mulheres brasileiras conquistaram esse direito. Conquista essa, fruto de uma luta iniciada antes mesmo da Proclamação da República, e que foi sendo conquistada aos poucos. Primeiramente, o Código Eleitoral permitiu esse direito apenas para as mulheres casadas, as viúvas e as solteiras que tivessem renda própria ( num país que o trabalho feminino era um tabu). A pressão feminista continuou e em 1934 as restrições do voto feminino foram eliminadas, embora, a obrigatoriedade dele fosse apenas um dever dos homens. Só em 1946, a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.


sábado, 10 de dezembro de 2011
A luta continua: Pelo Fim da Violência contra as Mulheres
Segundo a enciclopédia livre, "Os direitos humanos e liberdade são os direitos básicos de todos seres humanos". Pois, a violência contra as mulheres é uma violação aos direitos humanos das mulheres.
A violência contra a mulher é muitas vezes chamada de doméstica, porque ela é praticada em sua maioria dentro de casa e por pessoas unidas por parentesco. É um tipo de violência em geral perpetrada pelo marido, companheiro, namorado ou amante. Também é muito comum que a agressão parta de ex - namorado, amante, cônjuge.
A violência contra a mulher atinge e afeta as mulheres independente da religião, classe social, raça e etnia, orientação sexual, idade e local de moradia.
É um tipo de violência que expressa as desigualdades entre mulheres e homens, que reflete a subordinação das mulheres na sociedade, que está ligado às relações de gênero, à forma como mulheres e homens estão na sociedade. Tem muito a ver com o machismo.
| www.planalto.gov.br/spmulheres |
sábado, 27 de agosto de 2011
Mulheres, Gênero... é debate na Assembléia Legislativa!

quinta-feira, 10 de março de 2011
As mulheres não são homens!
A cultura patriarcal tem uma dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas. Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres.
Boaventura de Sousa Santos
mulheres têm sido consideradas como seres cuja humanidade é problemática (mais perigosa ou menos capaz) quando comparada com a dos homens. À dominação sexual que este preconceito gera chamamos patriarcado e ao senso comum que o alimenta e reproduz, cultura patriarcal.
plano político, é pactuar com o patriarcado.
Durante a ditadura portuguesa, as Novas Cartas Portuguesas publicadas em 1972 por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, denunciavam o patriarcado como parte da estrutura fascista que sustentava a guerra colonial em África. "Angola é nossa" era o correlato de "as mulheres são nossas (de nós, homens)" e no sexo delas se defendia a honra deles. O livro foi imediatamente apreendido porque justamente percebido como um libelo contra a guerra colonial e as autoras só não foram julgadas porque entretanto ocorreu a Revolução dos Cravos em 25 de Abril de 1974.
A violência que a opressão sexual implica ocorre sob duas formas, hardcore e softcore. A versão hardcore é o catálogo da vergonha e do horror do mundo. Em Portugal, morreram 43 mulheres em 2010, vítimas de violência doméstica. Na Cidade Juarez (México) foram assassinadas nos últimos anos 427 mulheres, todas jovens e pobres, trabalhadoras nas fábricas do capitalismo selvagem, as maquiladoras, um crime organizado hoje conhecido por femicídio. Em vários países de África, continua a praticar-se a mutilação genital. Na Arábia Saudita, até há pouco, as mulheres nem sequer tinham certificado de nascimento. No Irão, a vida de uma mulher vale metade da do homem num acidente de viação; em tribunal, o testemunho de um homem vale tanto quanto o de duas mulheres; a mulher pode ser apedrejada até à morte em caso deadultério, prática, aliás, proibida na maioria dos países de cultura islâmica.
A versão softcore é insidiosa e silenciosa e ocorre no seio das famílias, instituições e comunidades, não porque as mulheres sejam inferiores mas, pelo contrário, porque são consideradas superiores no seu espírito de
abnegação e na sua disponibilidade para ajudar em tempos difíceis. Porque é uma disposição natural. não há sequer que lhes perguntar se aceitam os encargos ou sob que condições. Em Portugal, por exemplo, os cortes nas despesas sociais do Estado actualmente em curso vitimizam em particular as mulheres. As mulheres são as principais provedoras do cuidado a dependentes (crianças, velhos, doentes, pessoas com deficiência). Se, com o encerramento dos hospitais psiquiátricos, os doentes mentais são devolvidos às famílias, o cuidado fica a cargo das mulheres. A impossibilidade de conciliar o trabalho remunerado com o
trabalho doméstico faz com que Portugal tenha um dos valores mais baixos de fecundidade do mundo. Cuidar dos vivos torna-se incompatível com desejar mais vivos.
Mas a cultura patriarcal tem, em certos contextos, uma outra dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas.
Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres. É assim que se ignora o papel fundamental das mulheres na revolução do Egipto ou na luta contra a pilhagem da terra na Índia; a acção política das mulheres que lideram os municípios em tantas pequenas cidades africanas e a sua luta contra o machismo dos lideres partidários que bloqueiam o acesso das mulheres ao poder político nacional; a luta incessante e cheia de riscos pela punição dos criminosos levada a cabo pelas mães das jovens assassinadas em Cidade Juarez; as conquistas das mulheres indígenas e islâmicas na luta pela igualdade e pelo respeito da diferença, transformando por dentro as culturas a que pertencem; as práticas inovadoras de defesa da agricultura familiar e das sementes tradicionais das mulheres do Quénia e de tantos outros países de África; a resposta das mulheres palestinianas quando perguntadas por auto-convencidas feministas europeias sobre o uso de contraceptivos: “na Palestina, ter filhos é lutar contra a limpeza étnica que Israel impõe ao nosso povo”.
é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
quarta-feira, 17 de março de 2010
Retificando!

OBS: Estamos desenvolvendo um projeto didático junto ao Projovem Urbano, justamente para fazer um registro da história dessas grandes mulheres e as suas contribuiçõs para o fortalecimento da nossa cidade.
Qualquer informação: enviar para o e-mail: accgclio@gmail.com ou cristinaclio@hotmail.com.
Antecipamos já, os nossos agradecimentos!
segunda-feira, 8 de março de 2010
08 de Março - A luta não pode parar!

Fábio Barros
Vereador do PT, Secretário Geral do PT/PE e
Especialista em Prevenção à Violência Doméstica - USP/SP
domingo, 7 de março de 2010
Belo Jardim e o Dia Internacional da Mulher!

Em nossa cidade, a mulher está presente nos Três Poderes: no Judiciário (juíza) e no Ministério Público; no Legislativo (duas Vereadoras); e no Executivo (a frente de 06 secretarias das 11 existentes),e isso é muito bom. No entanto ainda, sofremos com a falta de um Conselho Municipal de Mulher; com a inexistência de cursos de formação profissional (Não basta apenas cursos de culinária e bijouterias - precisamos de cursos que nos possibilitem de fato a disputa no mercado de trabalho); sofremos com a inexistência de creches em tempo integral...
Esperamos sinceramente (até acreditamos) que isso comece a mudar, já que foi criada recentemente a Secretaria da Mulher, tendo à frente a Prof. Luciene Gomes, uma chefe de família, que já na década de 90 integrou os movimentos sociais de mulheres na cidade, que a sensibilidade não tenha morrido, e que esta abra as portas dessa Secretaria para receber as mulhereres belojardinenses e suas reivindicações com o objetivo de desenvolver de fato políticas pública de gênero as quais melhorarão a qualidade de vida de toda a sociedade.
Esperamos ainda, que neste ano de eleição, o povo, especialmente nós mulheres saibamos escolher representantes que lutem por nossa causa, e assim possamos construir um mundo melhor para homens e mulheres!
E por fim, nossa homenagem as mulheres guerreiras da nossa cidade: D. Cotinha (in memorian) 1ª vereadora; Vanda Farias frente ao grupo de idosos da COHAB I; Nena Marinho - á frente da Pastoral da Criança; Mêrces Costa, protagonista da história do Movimento Sindical, 1ª e única candidata a disputar a Prefeitura; Militante dos Movimentos Sociais - mulheres, meio ambiente, fundadora do CONSU-Bitury...; Elisângela Coêlho à frente da Coordenação Regional do SINTEPE; Irene Sampaio, 1ª locutora de Rádio, militante das causas da mulher, poeta; D. Lúcia, chefe de família, catadora de lixo; Rosilda e Nazaré, garis e militantes do Mov.Sindical; Lourdes Coelho, fundadora do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais; D. Neuza Senhorinho e D. Zefinha Paes de Lira, comerciantes; Bernardina Araújo, educadora e pesquisadora das questões de gênero; Aliete, à frente do Lar Espírita Bezerra de Menezes; Maria Rita, 1ª controlista e programadora de Rádio com mais de 30 anos dedicados á Rádio Bitury; D. Maurinete Suzana, parteira em Serra do Vento e militante do Mov.Social Cais do Parto; Rivanete Simplicio, Adalva Galvão, Cal Brayner, Nevinha Ferreira, Cristiane Oliveira... fundadoras/membros do Grupo Mulher Ação (década de 90) - e a minha mãe D. Carmelita, a minha filha Camila Gomes, e a minha sobrinha Amara Ramos...
Os parabéns dessa blogueira
Dia Internacional da Mulher!

Temos obtido grandes êxitos nas mais diferentes áreas e ocupações ( a exemplo da aprovação da Lei Maria da Penha; da criação pelo gov.Federal de uma Secretaria Especial para mulher com status de ministério; a regulamentação de um Conselho Nacional de Mulheres ...)
As amarras que impediam as nossas ações de forma livre e direta parecem está caindo por terra, isso porque a nossa luta sempre foi e será pela igualdade e ela não se dá pela imposição, mas sim, pela conquista, na busca do caminhar lado à lado no sentido de um futuro promissor. O 08 de março é um marco na história contemporânea que reafirma muitas conquistas até os dias atuais, conquistas estas que não beneficiam apenas mulheres, mas, toda a sociedade.
sábado, 6 de março de 2010
Poesia nossa de cada semana!
Mulheres
Pablo Neruda
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.
Pablo Neruda














