Quem sou eu

Minha foto
BELO JARDIM, NE/Pernambuco, Brazil
"... O sonho pelo qual brigo, exige que eu invente em mim a coragem de lutar ao lado da coragem de amar..." Paulo Freire Educador pernambucano

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A FABEJA, em: "Alegria de pobre dura pouco"



Há alguns meses atrás, a Faculdade de Belo Jardim foi contemplada pelo Proupe (Programa Universidade para Todos) do Governo do Estado, o programa destina bolsa de estudos para alunos das autarquias municipais. A AEB foi contemplada com 800 bolsas, a segunda colocada dentre as treze autarquias do Estado. Motivo de festa para @s estudantes, a notícia foi veiculada/festejada nos meios de comunicação da cidade e região.


Essa seria,inclusive, uma maneira da FABEJA sair da crise, professor@s, alun@s e funcionári@s contavam com isso.

Mas, como diz o dito popular “alegria de pobre dura pouco”, veio o balde de água fria: como exigência para assinatura do acordo, era preciso que a Autarquia estivesse adimplente junto aos órgãos governamentais. No entanto,a realidade é cruel. Deve muito, não nega e nem paga! Só com o INSS e com o FGTS, a dívida ultrapassa a casa dos 6 (seis) milhões de reais, a isso, ainda soma-se um montante devedor ao Fundo de Previdência de Belo Jardim - O Belo Jardim/PREV.




Deve haver por lá, um grande ralo por onde o dinheiro que entra escoa, pois não precisa ter grandes conhecimentos contábeis para entender a equação: Receita (+ de 1.800 alunos) X despesas, para saber que a FABEJA tem sim condição de se manter financeiramente.

Vale aqui lembrar, que das 13 autarquias municipais contemplada com esse programa, apenas Belo Jardim fica de fora. A inadimplência é grande!

O prefeito da cidade, procurado pelos professores, em reunião afirmou que não pode ajudar a FABEJA a sair do buraco, e nós até sabemos os motivos, ela também está atolada em dívidas.

Para onde vai o dinheiro da arrecadação da cidade, a receita da Faculdade...ninguém sabe, a gente só sabe que entra, e não é pouco não, isso você pode ter certeza.

Agora, cá pra nós, débitos dessa magnitude não se acumulam do dia pra noite, isso é fato!

A verdade é que essas dívidas foram geradas historicamente pelos vários presidentes da AEB ao longo dos anos e aprofundadas na dinastia dos Mendonça/DEM. Ou seja, se o caso for parar nas mãos do Poder Judiciário, muitos presidentes e prefeitos terão que dar explicações.

Do jeito que a coisa tá andando, a FABEJA, uma Instituição que existe há 35 anos, que já formou milhares de profissionais ao longo da sua história, poderá fechar suas portas, trazendo sérias conseqüências para a cidade, além das centenas de professor@s e funcionári@s desempregad@s, mais de 1.800 alun@s da cidade e da região ficarão a ver navios.


Uma coisa é certa, sem que haja a quitação dos débitos, não há caminho/estratégia que possa fazer com que a Faculdade seja beneficiada com esse programa ou qualquer outro que possa vir no futuro.

O correto seria que professor@s e alun@s da entidade levassem essa situação para ser resolvida na Justiça, se isso não acontecer, muito em breve será jogada a última pá de cal! O que resta por lá não dá nem pro caldo!






quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Quando pensamos em violência contra a mulher, a primeira ideia que passa pela nossa cabeça é, certamente, a da violência doméstica. São tantas as mulheres que têm a sua integridade física violada diariamente que acabamos “condicionando-nos” a conceber este tipo de violência como “padrão”. Entretanto, a violência contra as mulheres é exercida de maneira bastante plural, muitas vezes, camuflada em forma de propaganda, piada ou cena de novela/programa de TV.

Neste âmbito, a televisão é uma das principais difusoras e perpetuadoras de tal condição. Por mais que a internet esteja cada vez mais acessível para grande parte da população de nosso país, a televisão ainda é o meio de comunicação mais popular e mais utilizado pel@s brasileir@s. São milhões de pessoas que assistem, todos os dias, atrações que ao invés de educar ou de promover a tolerância e a cidadania, reforçam estereótipos e preconceitos. Estes, quase sempre, envolvendo a mulher.

Ao longo deste ano, pudemos observar vários exemplos desta violência “velada”. Logo no início de 2011, quando tomou posse a primeira mulher presidente (presidentA, por que não?) do Brasil, vocês lembram qual foi o “destaque” deste marco histórico? A beleza de Marcela Temer, esposa do Vice-Presidente Michel Temer, e as já esperadas comparações entre ela e Dilma. E tais comparações fundamentadas exclusivamente pela aparência das envolvidas, como se isto tivesse qualquer relevância ao que se refere à política. Um pouco mais adiante, uma série de piadas de mau gosto proferidas pelo humorista Rafinha Bastos evidenciaram um profundo desrespeito pelas mulheres, pois engendravam assuntos como estupro, amamentação e gravidez em um tom bastante jocoso.

Recentemente, houve também o caso da propaganda da marca de lingeries Hope, onde a top model Gisele Bündchen aparecia trajando roupas íntimas da marca para “explicar do jeito certo” para o marido situações como a de bater o carro, reforçando o estereótipo da mulher “decorativa” e dependente.

Personagens “Valéria e Janete” do programa humorístico "Zorra Total". O quadro Metrô Zorra Brasil incita ao abuso sexual em vagões do metrô. Fonte: QUEM Online; Foto: Divulgação/TV Globo

E como se não bastasse tudo isso, novelas exibidas em horário nobre mostram cenas com uma conotação extremamente machista. Para ilustrar tal afirmação, no capítulo de ontem da novela Fina Estampa foi ao ar uma cena em que uma médica, perseguida e assediada por um rapaz jovem e bonito, acaba cedendo às investidas dele e age passivamente. O personagem masculino ainda afirma que “sabe do que ela precisa”, o que remete ao pensamento de que toda mulher só está completa se tiver um homem ao seu lado.

Estas são apenas algumas das situações que demonstram como a mulher é desrespeitada pela mídia. Mídia que deveria fazer de tudo para que os direitos delas (e de todos) sejam garantidos. E, enquanto formadora de opinião, deve ser responsabilizada por aquilo que exibe e dissemina. Afinal, como podemos lutar pela equidade entre gêneros se os próprios meios de comunicação não colaboram para quebrar paradigmas?

A violência contra a mulher deve ser combatida em todas as suas formas. Uma simples piada pode fomentar uma atitude que envolva a violência física. Uma simples cena de novela pode justificar e naturalizar um comportamento agressivo. As tentativas de diminuir a importância de uma mudança significativa em nossa política podem ser os primeiros passos para validar uma relação de poder norteada pela injustiça.

Por isso, defender a regulamentação daquilo que lemos ou assistimos é uma forma de prevenção à violência contra a mulher. E, por favor, não chamem isso de censura. A mídia não é “terra de ninguém”, onde todo mundo fala o que quer e confunde liberdade de expressão como um passe livre para agredir e humilhar.


Cláudia Gavenas - Paulistana, 22 anos. Designer por vocação, professora por formação e sonhadora por necessidade. Feminista, elurófila e altruísta acima de tudo.

Originalmente postado no blog: blogueirasfeministas.com

em 28/11/2011

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Esse tal Climatério: É a lei natural da vida

Esse tal Climatério: É a lei natural da vida: Não tem jeito. De vez em quando novas matérias sobre o segredo da eterna juventude aparecem nas manchetes de várias revistas nacionais. Qu...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

E aos servidores: muito circo!


Com a criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, pelo então presidente, Getúlio Vargas em 28/10/1937, ficou também a data, determinada para as mais diversas homenagens ao Servidor Público.

De lá pra cá, foram muitos os avanços para essa parcela da sociedade que se faz presente em todos os recantos do país. No entanto, no meio desses avanços, muitos projetos governamentais tiveram como meta principal sucatear o serviço público e, consequentemente seus servidores.

O Governo do PSDB fez isso muito bem, nos 08 anos da gestão de FHC nenhum concurso público, e o que é pior, durante todo esse tempo, apenas 1% foi o percentual de aumento salarial.

Esse modelo teve eco em vários Estados e Municípios brasileiros. E a situação d@ Servidor@ público, ainda hoje, sofre os reflexos daquela época.

Aqui em Belo Jardim, a situação foi bem pior, essa categoria é vista como massa de manobra para fins eleitoreiros. Nenhuma preocupação se vislumbra, no sentido de valorização da classe. Os gestores públicos passam por cima das leis, como se passa por cima de uma barata com a intenção de esmagá-la. Simples assim! Calote nos salários (como diz a galera) "é bóia".

Para se ter uma idéia, @s seviror@s da Prefeitura de Belo Jardim, esperam há cerca de 11 anos que a justiça obrigue a Prefeitura a pagar 3 meses de salários, que foram surrupiados dos mesmos em 2000. O famoso "três meisinhos" - como ficou conhecido na cidade, lembram?


O gestor que assumiu a prefeitura em 2001, ganhou a eleições com o mote da valorização do servidor público, se aproveitando, inclusive, dos desmandos da gestão anterior. Enrolou todo mundo: se negou em pagar os três meses de salários atrasados daquel@s funcionári@s como se a dívida fosse uma dívida pessoal do seu antecessor, e não, uma dívida da prefeitura. A isso, somou uma espécie de demissão light - botou pra fora da prefeitura, sem dó nem piedade, mais de 400 servidor@s públicos EFETIVOS com isso, abriu espaço nesse serviço para seus cabos eleitorais e apadrinhados políticos, contratou mais de 1000 pessoas, dessa forma, inchando a máquina pública. Como ess@s entraram pelas mãos do prefeito, ficaram também refém do mesmo. Qualquer aperto (financeiro) @s contratad@s pagavam o pato. Salários diminuídos, períodos de trabalhos voluntários...

Oito anos se passaram e o prefeito da "disponibilidade" conseguiu eleger seu sucessor. Esse, conseguiu apagar do "caderno de contas" da Prefeitura, o débito dos 3 meses, isso pouco se ouve falar. @s professor@s aqui, ficam sem o direito sagrado de receber o Piso Nacional do Magistério. Um calendário de pagamento, isso nem pensar, paga-se os salários quando é viável para a administração. Concurso Público? Ah! isso é bicho de sete cabeças! Pra que? Se a economia que se faz mantendo mais de 1.300 contratad@s não tem calculadora doméstica que faça, e sem contar, que ai estão, 1.300, mais as suas família... possíveis eleitor@s.

Os órgãos ligados à Prefeitura, a exemplo da Autarquia Municipal, vêm, ao longo dessa administração surrupiando os salários d@s servidor@s de lá. Atualmente a pisadinha é essa: junta-se três meses de salário e paga-se dois.

Mas, quando chega o dia 28/10, a festa é grande: almoços/jantares de confraternização; shows artísticos na rua...

Pura enrolação para fins eleitoreiros dentro de uma cultura do Pão & Circo.

É preciso mais! É preciso valorizar @ servidor@ viabilizando melhores condições de trabalho, de segurança e de salário!


A vida pode até ser considerada "um carnaval", pena é que as máscaras mais cedo ou mais tarde, sempre caem!



A tod@s @s sevidor@s públicos a minha solidariedade! E lembrem-se: uma categoria valorizada depende essencialmente da responsabilidade e do compromisso de cada um de vocês com um projeto político que de fato entenda a diferença entre o público é o privado.

À LUTA SEMPRE, COMPANHEIR@S!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Na terra das Marocas... tem que ter fofoca!


Corre pelos quatro cantos da cidade, os boatos sobre uma possível aliança político/familiar aqui na terrinha: Galvão & Mendonça. Tudo é possível, mas...

1. Cintra abriria mão para que @ candidat@ a prefeit@ seja do DEM de Mendonça?

2. E o líder do DEM, se contentaria com a condição de vice numa chapa com o PTB?

"Rapadura é doce mas né mole não!"

Ao contrário do que muita gente pensa, a política não se faz daqui da cidade para o resto do país. Os projetos políticos do resto do Brasil é que precisam passar por aqui, por Belo Jardim - Simples feito um oi!

Portanto, aos ingênuos de plantão, aos desprovid@s de inteligência, e aos que usam de má fé, uma dica: Essa possibilidade de aliança não objetiva UNIR FORÇAS para derrubar um candidato. Significa sim, demarcar território para as eleições de 2014. Isso é fato. Se haverá a união ou não, isso vamos ter que aguardar.

Porque uma Belo Jardim no ritmo do progresso, oportunizando melhorias na qualidade de vida de seus/suas cidadãos/ãs, com certeza, não está na mesa de discussão! Não faz parte do debate que está sendo travado, por esses grupos!

Por enquanto, o tempo é de refletir:

O que será que será
Que andam suspirando pelas alcovas?

Que andam sussurrando
Em versos e trovas?
Que andam combinando
No breu das tocas?

[...]

O que será? Que será?
Que juram os profetas
Embriagados
Está na romaria dos mutilados
Está na fantasia dos infelizes ...

(O que será - Chico Buarque)


Passeio na blogosfera!




Prefeito:

1. Deixa de repassar verba à Fundação Belo Jardim e com isso fecha a Escola de Música que atendia mais de 50 crianças e adolescentes da cidade!

_ Faz medo é a Fundação, querer de volta todos os equipamentos do Hospital Júlio Alves de Lira, que estão lá por empréstimo. O mamógrafo é um exemplo;

2. Diz que não tem tempo de ir a Câmara de Vereadores para atender convocação dos edis!

_ Isso já se tornou rotina, tá na hora de "juntar os brinquedos e acabar com a brincadeira."

Vereadores:

1. Vislumbram a possibilidade de instaurar CPI para investigar o destino dos recursos da educação!

_ Eitaaaaaaa, será que agora sai? Já tem gente apostando que não. E também, já tem gente querendo saber quem manda nos tratores/sementes... que deveriam está servindo para tod@s @s agricultr@s da cidade. Dizem que existe por ai um ordenador de tarefas, e que elas só beneficiam os partidários do mesmo. Vamos torcer pela CPI, quem sabe a Caixa de Pandora não é aberta dessa vez!


2. Acreditam que a criação da Guarda Municipal modificará a situação de abandono em que vive a cidade, no quesito segurança, já que o "governador tem dado as costas a Belo Jardim".

_ Vixii! A mesma mão que balança é a mão que se não tiver cuidado mata! Agora vê ai se dá pra entender: O mesmo governador que dar as costas à cidade, é o mesmo que dar as cartas no jogo político da cidade, jogo esse, defendido por esses vereadores.

3. Estão defendendo um Centro de Hemodiálise para Belo Jardim, compadecid@s, inclusive, com a situação da ex-primeira dama.

_ Imaginem como funcionaria um Centro dessa magnitude num hospital como o nosso, onde os partos precisam ser feitos em outras cidades. Onde não tem anestesistas nos finais de semana. E onde médicos botam estagiários para atender pacientes. Vamos torcer para que o centro seja de fato implantado. E torcer mais ainda, para que não aconteça aqui, o que aconteceu no Centro de Hemodiálise de Caruaru, há alguns anos atrás, onde mais de 20 pessoas pagaram com a vida o descaso com a saúde.

4. Tem vereador afirmando em pronunciamento da Câmara, que: os Três Poderes em Belo Jardim estão desmoralizados!

_ Também, pudera: esse mesmo vereador, em pronunciamento também naquela Casa Legislativa, afirmou não ser papel do vereador fiscalizar/julgar. Assim fica difícil né?


Mendonça Filho:

1. Votou em Aldo Rebelo para o TCU e o seu cunhado, aliado e liderado Augusto Coutinho/DEM, votou em Ana Arraes. Ou seja, resolveu seguir as orientações do Governador Eduardo Campos.

_ O que foi isso? Traição? Autonomia? Esse rapaz tá ruim de liderança viu! Parece que o Governador está mais infiltrado na família Mendonça do que se pensa!





terça-feira, 20 de setembro de 2011

Hoje é dia de Allana!

Allana Maychat, filha de João e Soraia é finalista no processo de seleção da única Escola de Ensino Médio do Sesc no Brasil, e que está localizada no Rio de Janeiro.


Na prova objetiva, obteve 73% de acerto, e na Redação, deu um show.

Allana parte na vantagem para a etapa final. A escola está destinando este ano, três vagas ao público feminino no Estado de Pernambuco, e ela foi a segunda colocada em todo Estado.


Parabéns Allana! O nosso desejo é o de que todos os dias da sua vida sejam marcados por muitas vitórias!