O SESC Ler Belo
Jardim junto com o setor de cultura apresentará a 3ª etapa do Projeto Sonora
Brasilneste ano de 2013. Em sua 16ª edição,
o Sonora Brasil apresenta Tambores e Batuques com o grupoSamba de Cacete da Vacaria – PA. O grupo paraense é formado por
pessoas que mantém relações familiares e de vizinhança, e que participam
regularmente de atividades sociais onde se prática o samba de cacete. Seus
integrantes, em sua maioria, são moradores da zona rural da cidade de Cametá e
vivem da produção agrícola. O grupo é formado por tamboureiros e
cantadeiras/sambadeiras e seus cânticos são acompanhados por dois tambouros e
mais um percussionista que toca os cacetes. Tem a liderança do Mestre Benedito
Moía.
Dessa forma, o
projeto busca despertar no público um olhar crítico sobre a produção e sobre os
mecanismos de difusão de música no país, incentivando novas práticas e novos
hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter
essencialmente acústico, que valorizam a pureza do som e a qualidade das obras
e de seus intérpretes.
Contamos com a sua
presença.
Local: Sede da Banda Filarmônica São Sebastião, na Praça Padre Cícero.
O SESC
Ler Belo Jardim junto com o setor de cultura realizará oProjeto “MOSTRA CANTEIRO DE TEATRO
E DANÇA”. Em sua 2ª edição, o projeto busca estabelecer diálogos que
construam uma consciência sócio-cultural, despertando o senso crítico e,
instigando o público belo jardinense às práticas artísticas. Apontando direções
para a produção da arte local, o mote da proposta é divulgar e fomentar a arte
na cidade de Belo Jardim.
O
projeto se realizará no SESC Ler Belo Jardim, e em bairros da cidade.
Facilitando o acesso de todos, levando arte e cultura à comunidades menos
favorecidas. Nossa programação segue em anexo.
O Crescimento de
Dilma nas pesquisas e a chance real dela ganhar ainda no Primeiro Turno às
eleições presidenciais do próximo ano têm aumentado a frustração, o desespero e
o ódio de Pseudomoralistas de plantão, travestidos de críticos inconformados
com “os desvios éticos do PT”.
imagem do: cascavilha.com.br
Alguns destes “paladinos da moral e dos bons
costumes” se especializaram em fazer uma coisa na Vida: Passar o dia inteiro colhendo notícias
negativas contra o PT, Lula e Dilma pra depois colocar nas redes sociais, a
exemplo do que acontece com o Facebook. Suas posições são extremadas: Nunca
reconhecem nada de bom ou positivo nos governos Lula/Dilma, seja no plano
nacional ou internacional. Para eles, o PT transformou a nação em caos,
desgraça e corrupção.
Dão a entender que antes na ERA FHC, o Brasil era o
Jardim das Delícias: um país ético, gracioso, de gente pura e donzela, sem
risco de instabilidade. Os pseudomoralistas defensores da ética e dos bons
costumes aos quais me refiro, não são os partidos e políticos da direita que
fazem oposição ao governo de Dilma, nem a imprensa conservadora, muito menos o
PSOL e diversos intelectuais de esquerda. Refiro-me a espécie conservadora e reacionária
que existe em toda a sociedade. Trata-se daquela gente que em nome da
“moralidade pública” votou em Jânio Quadros para presidente, pra dar no que
deu. Depois apoiou o movimento reacionário “Deus, família, Pátria e
Propriedade” que conspirou contra a estabilidade do governo democrático de João
Goulart até chegar à Ditadura Militar, que implantou o terrorismo de estado no
país. É também a mesma que dizia que tinha medo de Lula na presidência, pois o
Brasil ficaria um caos. Lembram-se da atriz Regina Duarte e do seu debochado
medo? Essa gente possui uma predisposição a apoiar fascistas e ditadores. Na
América Latina, entre as décadas de 1960 e 1980, eles formaram a claque de
vários ditadores. Quem são eles? Certamente não é a maioria, isto é, os que
ascenderam socialmente e que podem agora ter uma vida minimamente digna. São
eles uma fatia expressiva da classe média, de várias categorias profissionais,
grupos étnicos e religiosos.
imagem do google
Sua defesa dos bons princípios na política é frágil
porque cheia de contradições e ambiguidades. São pretensamente éticos apenas
quando se trata de apontar os erros do PT, mas não são puritanos quando a
questão envolve certos governos estaduais ou municipais, a exemplo de alguns
prefeitos do agreste pernambucano. Somente criticam o que lhe convém, aquilo
que Narciso acha feio. Conseguem enxergar um cisco no olho daqueles a quem
tanto criticam, mas não veem a trave que está nos seus próprios olhos. Oh!
Gente hipócrita! já fostes chamada de sepulcro caiado, mas não aprendestes a
lição. Vives para expelir teu hálito de enxofre, cuja composição contém altas
doses de hipocrisia, preconceito e má fé para com o povo que dizes tanto se
preocupar e defender. Teu preconceito social e teu anti-petismo visceral
somente contribuirá para aumentar tua impotência sexual e depressão. O que IN-
Felizmente é PÉSSIMO pra ti e ÓTIMO para os teus analistas e terapeutas, QUE
ASSIM Vão GANHAR muito DINHEIRO COM AS TUAS DORES..
Sugestão de um caro amigo:
Continue criticando o PT, mas não deixe isso se transformar em doença.
KKKKKKkkkkk
imagem do google
P.S. Meus caros amigos não considerem esta reflexão
uma “adilsoniana”. As adilsonianas são feitas pra adocicar a vida. kkkkkkkkkkkk
Sobre os 100 Anos
de Vinícius de Moraes e o Outro Vinícius.
Num dia ensolarado,
mais precisamente em 26 de novembro de 1993, nascia Marcus Vinícius de Lemos
Filho: meu filho mais velho e “especial”. Ao escolher esse nome, tão singelo e
bonito, eu desejava homenagear o poetinha Marcus Vinícius de Moraes pelos seus
80 anos. Vinícius, o meu filho, não virou um poeta, não escreveu sobre o amor,
sequer pôde amar tantas mulheres como o outro Vinícius. A vida lhe segredou
outros mistérios, outras veredas. Sua poesia é muita complexa para nossa vã
filosofia. Trata-se de uma poesia diferente, pois não se escreve com linguagem
alfabética. Ela é feita da gramática dos gestos, afetos e desejos – os quais
muitas vezes simplesmente não compreendemos.
Vinicius, o meu
poetinha, me desafia todos os dias a aprender a ler poemas e acordes mais
complexos e dissonantes, extravagantes, tanto quanto foi a poesia concreta dos
irmãos Campos. Sua
concretude se define no ab-“surdo” dos gestos e nos “Cem Sentidos” que o seu
Ser expressa, Seu corpo é poesia porque feito de linguagens. Linguagem no
plural e por isso é rico, complexo, imprevisível, in-dizível. Tentar definir
esse meu poetinha é o mesmo que tentar aprisiona-lo a um conceito inflexível, a
uma verdade elaborada por uma dada ciência. Mas a ciência nada sabe sobre
poesia e mistério. Como diz Rubem Alves, a ciência só pesca os peixes que se
encaixam nas redes dos seus conceitos. Essas redes não servem pra pescar peixes
ambivalentes e que habitam nas águas turvas e profundas do oceano da
(in)consciência humana.
Por essa razão, creio que sua poesia é feita para
nos impactar, “tirar” do sério, colocar-nos na “terceira margem do rio”. A sua
poética como a do outro Vinícius é feita para “ser eterna enquanto dura”,
“posto que é chama”. Uma duração feita de filigranas de gestos, ruídos e palavras
ine(narráveis), mas que se eternizam em nossos corpos e mentes. Conviver com a
sua poesia de-li-ran-te e di-la-ce-ran-te, mas ra-di-cal-men-te a- mo – ro – sa
é uma experiência ímpar e singular que precisamos (eu principalmente) apreender
e vive-la a cada dia. Tomá-la pra mim da maneira mais para-doxal possível, pois
somente assim, talvez, seja possível compreender “as encruzilhadas do
labirinto”. Parabéns aos dois Vinícius, que nos interpelam a amar a vida
enquanto ela está aí, fervente.
Adilson Filho
Mestre em História e Doutor em Sociologia
Leciona na UEPB e FAFICA
Líder do Grupo de Pesquisa: Culturas Políticasc e Poder Local - CNPq,
Autor do livro: A Cidade Atravessada, velhos e novos cenários da política belojardinense.
"Quase quatro década se passaram desde que Chico Buaque compôs essa música " Acorda Amor" (1974) nela, o compositor retrata a agonia e o temor que a população da época sentia quando a polícia fazia valer o discurso da legalidade".
imagem do google
Acorda Amor retrata uma polícia violenta a qual, enxergava o cidadão, a cidadã brasileira como inimigo número um do Estado, nem podia ser diferente, eram os "anos de chumbo". No entanto, graças ao povo que não foge da luta, esses tempos (onde a polícia era treinada para descer o sarrafo e atirar antes de saber no que ou para que) ficaram no passado, passado esse que não podemos esquecer pelo simples fato de não querê-los de volta. Da luta do povo veio a redemocratização, com ela a Constituição de 1988, conhecida nossa como a Constituição Cidadã, avançamos e essa caminhada tem nos levado para frente sim, no entanto, ao que nos parece, a nossa polícia tem ficado para trás (basta acompanhar os noticiários para ver como ela age) ela não tem acompanhado esses avanços e é por isso que continua a ser vista pela população como perigo e não como agente pacificador (cadê o Amarildo?)...
imagem do google
Belo Jardim, essa nossa terra de Músicos, Marocas e do Nunca, também tem disso, nas primeiras horas da manhã do último domingo (06/10), o jovem publicitário Marcelo Galvão, foi agredido por policiais quando saia de um bar e se dirigia para casa, como prenda, recebeu um olho inchado e mais de oito (08) pontos na cabeça, dizem que o jovem cidadão, fazendo uso de sua plena cidadania "se meteu" na defesa de algumas pessoas que estavam sendo abordadas indevidamente na localidade, há quem diga também, que esse jovem cidadão se excedeu e desacatou os tais policiais, ora, se isso é verdade, sabemos nós e também a polícia, que DESACATO A AUTORIDADE é crime, e, portanto deve ser punido sim, até com prisão, nunca com socos ou qualquer tipo de violência, até porque, também sabemos que é obrigação da polícia garantir a segurança das pessoas, da sociedade e nunca colocá-las em risco.
Marcelo Galvão -imagem do Blog. Paredão do Povo
A sociedade não pode ficar submetida a uma segurança de faz de conta, de "Pactos Pela Vida" apenas de fotografias de jornais e discursos eleitoreiros.
O SESC Ler Belo
Jardim junto com o setor de cultura apresentará neste dia 29 de agosto de 2013
oProjeto “Ciclo de Música de Câmara de
Belo Jardim”. Em sua 1ª edição, o projeto busca despertar no público um olhar
crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música em nosso
estado, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical,
promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a
pureza do som e a qualidade das obras e de seus intérpretes.
Iniciaremos o
projeto com a palestra do pesquisador/músico Ronnold Pereira com o tema: Baião,
e posteriormente a apresentação de dois grupos de câmara do IFPE Campos Belo
Jardim que são: “O quarteto de Sax do IFPE” e “O Quarteto de Flautas do IFPE”.
Nesta ocasião serão interpretadas músicas de artistas brasileiros como: Guerra
Peixe, Villa Lobos, Ernesto Nazareth entre outros.
Contamos com a sua
presença.
Local: Auditório do IFPE Campus Belo Jardim
Projeto “Ciclo de Música de Câmara de Belo Jardim”