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BELO JARDIM, NE/Pernambuco, Brazil
"... O sonho pelo qual brigo, exige que eu invente em mim a coragem de lutar ao lado da coragem de amar..." Paulo Freire Educador pernambucano

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Uniforme Escolar acelera o aprendizado?


Os primeiros registros com informações sobre o uso de uniforme escolar são de 1890. Nesta época, a farda era usada em ocasiões especiais, como desfiles cívicos, ficando aobrigatoriedade apenas para estudantes da Escola Normal.


Hoje esse procedimento se aplica apenas nos estabelecimentos de Ensino Militar.


Em geral, são os Regimentos escolares que estabelecem regras, que uma vez contidas nos dispositivos, tornam obrigatórias a tod@s @s alun@s da referida instituição de ensino.

No entanto, as Leis e Decretos Federais sobre essa temática deixa claro que essa "obrigatoriedade" não se aplica aos estudantes matriculados em cursos de Educação de Jovens e adultos, ou Programas Educacionais para Jovens.

"As Normas Regimentais Básicas [...] em seu capítulo IV - das Normas de Gestão e Convivência estabelece que a escola não pode fazer solicitações que impeçam a frequência de alunos às atividades escolares ou venha asujeitá-los a discriminação ou constragimento de qualquer ordem..."

Tirar @ alun@ da sala de aula porque @ mesm@ não está usando a FARDA, é:

arbitrário e ilegal!

No entanto, defendo o uso da farda por vários motivos:

1. Facilita a vida d@ estudante,pois acaba com aquela preocupação: "com que roupa eu vou?"

2.Ajuda a economizar roupas;

3.Colabora com a escola no sentido de organizar o acesso a escola;

4.Ajuda @ alun@ a ser identificado na rua como estudante, principalmente os que estudam a noite e moram nos bairros mais distantes da cidade.


Eis ai a minha contribuição aos que me cobram uma posição sobre o assunto!

Informação é tudo!

Cotidiano Escolar!


Inclusão ou Integração?


Na inclusão é a escola que abre os braços para acolher tod@s @s alun@s;

Na integração é @ alun@ que tem de se adaptar às exigências da escola.

Na primeira, o fracasso escolar é de responsabilidade da escola, ou melhor, de tod@s (autoridades, professor@s, pais, alun@s...) na segunda o fracasso é d@ alun@ que não teve competência para se adaptar às regras inflexíveis da escola, que presta mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais dos estudantes.

Se você não sabe "como" falar...


Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo.
Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:

CEGO DE NASCIMENTO, UMA ESMOLA, POR FAVOR.”

Certa manhã o publicitário teve uma idéia:
virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase. À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como é que tinha sido o seu dia. O cego respondeu, muito contente:

- “Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário, todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro ?

O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era:

EM BREVE CHEGARÁ A PRIMAVERA E EU NÃO PODEREI VÊ-LA.

A maioria das vezes não importa o que você diz, mas como você diz, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer. Esta é a magia da comunicação.





Há algum tempo recebi um e-mail com esse texto. Resolvi agora publicar, talvez sirva para algumas pessoas refletirem sobre os seus modos na hora de se comunicarem!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Uma geração de "Belojardinenses" nascid@s em Vitória e outras cidades!



Hospital nós temos!
(inclusive com duas ou três inaugurações de reformas por ano)

Recursos do SUS impreterivelmente na data a nossa cidade recebe!

Só não conseguimos entender o por que das crianças da nossa cidade precisarem nascer na Cidade de Vitória, Moreno e outras tantas.

É isso mesmo que está acontecendo por aqui, e pasmem, as mulheres só tomam conhecimento que serão trasferidas para outras cidades quando dão entrada no nosso Hospital já em trabalho de parto!

Se são tranferidas como manda a Lei? Em segurança? Ai já são "outros quinhentos". Ainda na semana passada a mãe de uma aluna minha teve que correr contra o tempo para arrajar um carro para ir parir em Vitória. As ambulâncias da nossa cidade estavam todas na estrada levando outras mulheres para o mesmo fim. A criança dessa, nasceu no carro, 7 quilômentros antes de chegar ao destino.


Onde está o Poder Executivo da nossa cidade?

O Conselho Municipal de Saúde o que anda fazendo?

E a Câmara de Vereadores? Cadê, pelo menos "Os cinco que trabalham"?

E nós cidadãos e cidadãs, porque ficamos calad@s?

Conhecer para intervir!


Lei 11.634/2007

Dispõe sobre o direito da gestante ao conhecimento e a vinculação à maternidade onde receberá assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS



Art. 1º - Toda gestante assistida pelo Sistema Único de Saúde - SUS, tem direito ao conhecimento e a vinculação prévia à:

I - maternidade na qual será realizado seu parto;
[...]

§ 1° - A vinculação da gestante à maternidade em que se realizará o parto e na qual será atendida nos casos de incorrência é de responsabilidade do Sistema Único de Saúde - SUS e dar-se-a no ato de sua inscrição no Programa de Assistência pré-natal;

§ 2° - A maternidade à qual se vinculará a gestante deverá ser comprovadamente apta a prestar a assistência necessária conforme a situação de risco gestacional, inclusive em situação de puerpério.

Art.2° - O Sistema Único de Saúde - SUS analisará os requerimentos de transferência da gestante em caso de comprovada aptidão técnica e pessoal da maternidade e cuidará da transferência segura da gestante.

[...]

Minha Cidade e Eu!


Fico pensando: quando a nossa querida Belo Jardim terá gestor@s publicos que olhem de fato para a nossa cidade como um organismo vivo, mal tratada e possível de ser recuperada, e não como uma mina para enriquecimento próprio.

Fico me perguntando: até quando vamos continuar (RE) construindo praças a exemplo do Calçadão,ou construindo outras tantas e deixando pra lá sem sequer nos preocuparmos com a iluminação a exemplo da Praça de Eventos?


Até quando vamos construir praças (únicos espaços de lazer para poucos da cidade, levando-se em consideração o Bairro do Santo Antonio não ter nehuma) para depois transformá-las em bares?


Quantas reformas ainda faremos no Hospital até que ele possa servir de fato a sociedade? Até quando faremos construções a exemplo do Parque do Bambu sem sequer fazer uma avaliação dos impactos da natureza sobre o terreno?

Até quando assistiremos sem reagir, o nosso dinheiro escoando pelos ralos dos mais diversos "esgotos"?


Até quando iremos servir apenas aos interesses de alguns discutindo "NOMES", "PESSOAS" para a nossa "Corte" política, ao invés de discutirmos PROPOSTAS POLÍTICAS?

As mazelas da nossa cidade são também e principalmente, nossa responsabilidade!

Para refletir!


Cidade do Caos
(MachinaMonstro)


[...] Um dia a mais sem nada a perder
Vivendo assim? Sem ter como viver.
Uma vida de gado
Enfileirados no asfalto
Sem ter pra onde correr.

Cansado de viver pela metade
Cansado de viver tipo um covarde.

Tudo o que você faz
Tudo o que você tem
Aaqui não vale nada [...]